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vida parada desandada, desalmada corro pras escadas de cara amarrada sinto meu rosto ossudo, um fosso voltado pra dentro do meu próprio sufoco escrevo minha vida com um pincel de fumaça cinza, densa incorpórea rajada se apaga, se acende borra ao nada engulo-a, vomito-a e tudo se arrasa. |