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não encontrei nada nos braços que ansiei anseio diariamente uma nova ânsia pinto com tinta vermelha tudo o que não sei minhas mãos estão sujas de lama as unhas pretas, a pele grudenta me desespero apenas para passa-las ao rosto pra me tornar de fato um monstro dizem eles: não conseguimos ver seu sorriso e nunca poderão meu riso está no atrás do cabelo que cobre a nuca na sola do pé e em fragmentos que nunca, nunca distingui se verdadeiros eram pouco entenderão do que represento ao nada me chamarão pelo nome, chorarão pelos momentos me darão um caixão, flores e um terno mas vou sozinho - ao que represento. o fim a solidão o começo. |